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terça-feira, 13 de março de 2012

E o Cliente! Tem sempre Razão???


Mexendo em meu Twitter, me deparei com tal colocação "Não, eu não acho que todos os clientes tem razão, não acredito nesse papo de tapete vermelho. A negociação, a troca, dever ser boa para ambos." Essas sábias palavras são do querido @QuebreaBanca no entanto, por diversas vezes comungo do mesmo pensamento. Se é pre ser bom, tem que valer para as duas partes envolvidas, respeito, atenção e consideração, devem existir em todo momento. Há doze anos atendendo diversos clientes, não vejo outra verdade.

Em palestras, treinamentos, ou mesas redondas de discussão sobre o tema. Fica claro e berrante como empresários, diretores, gestores e toda uma cadeia de profissionais ou prestadores de serviços, defendem com unhas e dentes tal ideia, que provavelmente é mais antiga que os próprios manuscritos sagrados. O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO! Com base nisto, acontece situações totalmente embaraçosas, onde o cliente faz valer o jargão e sempre sobra para o atendente.

Amigos, o cliente tem sempre razão, quando ele estar com razão e pronto! Sendo assim, você que está lendo este post agora deve ficar pensando, isso é um absurdo! Meus caros, toda regra detém sua exceção. Existem clientes que são uns amores, da vontade de levar pra casa, outros super complicados, mas, que estão certos em brigar por seus direitos. Agora, quem nunca se deparou com o famoso Relógio, aquele que toma todo o seu tempo, ou o Amigo do dono da empresa, sem falar no famoso Eu posso tudo, sou cliente e você tem que fazer o que eu quero, afinal sou eu quem paga seu salário.

Então eu pergunto, onde fica os direitos de quem está prestando o serviço ou vendendo um produto? Não tem? Quer dizer que só um dos lados é que tem todos os benefícios nesta relação? Help! Vamos pensar fora da caixa, e entender que o oposto do cliente também é gente! E muitas vezes está pronto para prestar aquele super atendimento e solucionar seus problemas, no minimo preste um pouco de respeito para com ele, pois, o mesmo está lá para ajudar e tornar sua vida mais fácil. Então retribua o respeito.

Não estou aqui levantando uma bandeira que o cliente não merece toda atenção! Longe disso, é em função dele que nosso trabalho existi. No entanto, justiça seja feita, em certos momentos é preciso jogar duro, uma vez que encontramos muitos que querem criar caso ou se aproveitar de certas situações. Também sou cliente, procuro valorizar quem me atende e resolve meus problemas, afinal, não dou aos outros o que não quero pra mim mesmo. Negociação boa é igual a uma via de mão dupla, tem que fluir para ambos os lados.

Postado por @AdeildoJunior_ veja mais http://adeildojr.blogspot.com/

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Maceió será Palco do Digital Marketing 2.0



Com a velocidade do desenvolvimento os estudantes e profissionais precisam conhecer e entrar no mundo digital. Para os adeptos e fãs deste universo, o Digital Marketing 2.0 acontecerá nos dias 23 a 24 de Setembro, no Auditório do Colégio Contato.

O evento tem o objetivo de tirar todas as dúvidas e permitir a inserção de todos os expectadores no Marketing Digital e Mídias Sociais. Essa nova tendência ao relacionamento 2.0 é o grande feeling do momento, permitindo que cada usuário conheça os fundamentos e práticas dessa evolução digital.

Aos profissionais de Marketing e Empresários o evento trará grandes surpresas, vocês irão conhecer o poder do Marketing Digital e todas as ferramentas e resultados que ele pode trazer. A eficiente troca de informações com os clientes é um dos diferenciais dos profissionais de sucesso, sem falar das ações de “crowdsourcing”. Participe, será imperdível!

O Digital Marketing 2.0 é um evento da ONIS Comunicação & Marketing com o apoio da FAN-FGV. O evento tem grande perspectiva de publico, esperando uma média de 300 participantes, sendo eles: Profissionais, Graduandos e interessados por Marketing Digital.

A grade de palestrantes está muito interessante: Rodrigo Sávio Planner da Onis Comunicação e Marketing com sede em Brasília. Thales Brandão Editor Executivo do Portal de Conteúdo Cidade Marketing. Gabriel Leite sócio-diretor da agência digital Mentes Digitais. Ronaldo Araujo editor do blog Cibercultura Alagoana. João Kepler CEO do Show de Ingressos. Ana Brígida Farias produtora, consultora e assessora de estilo. Welton Roberto Advogado e Conselheiro Federal da OAB. Igor Senra CEO do MoIP Pagamentos e Eduardo Ferreira Administrador de Empresas.

Serviços:
Onde: Auditório do Colégio Contato
Quando: 23 a 24 de Setembro

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Alavancagem ameaça credibilidade dos sites de compras coletivas!


 Estratégias conhecidas no mercado financeiro como “alavancagem” e que foram em grande parte, responsáveis pela crise econômica de 2008, estão ameaçando a credibilidade dos sites de compras coletivas no Brasil. Estas operações lesam os consumidores, geram queixas e jogam por água abaixo um modelo de negócio de muito sucesso  mundo afora.
O grande objetivo de qualquer promoção em um site de compras coletivas deve ser o de divulgação do serviço ou produto que é foco da promoção. O lucro é um fator que não entra nessa etapa da campanha. O objetivo é o de atrair novos clientes e fidelizá-los para que se tornem clientes recorrentes. Ao menos deveria ser a idéia.
As promoções em sites de compras coletivas, dependendo dos termos do contrato, geram uma grande receita em um primeiro momento. Muitos anunciantes se sentem tentados por esse “caixa imediato” as vezes até para fugir de empréstimos bancários com juros exorbitantes como os praticados no Brasil. Ignorância ou providencial cegueira é que essas operações de caixa custam bem mais caro que um empréstimo bancário, mesmo em condições absurdas.
Entre as promoções mais habituais, como as de estadias em hotéis e tratamentos de estética, o índice de reclamações junto a órgãos de defesa do consumidor e sites de reclamações como o Reclame Aqui, tem sido os mais expressivos. Culpa de quem?

Agenciadores de ofertas despreparados

Os sites de compras coletivas tem dado muito espaço para promoções que não resistem a uma simples simulação em uma maquina de calcular. Como pode uma pousada com 30 quartos, taxa de ocupação de 60% e margem de 70% sobre os custos operacionais, se expor a uma venda potencial de 2.000 hospedagens a serem entregues em 180 dias. É simplesmente uma aposta no escuro. Se todos os compradores da oferta exercerem seus direitos, o resultado será uma taxa de ocupação de aproximadamente 80% nos próximos seis meses e uma receita 50% menor. Se a promoção for séria, o resultado é um fiasco que poderá comprometer seriamente as finanças do estabelecimento. Em nosso curso de criação de sites de compras coletivas sempre chamamos a atenção para esse tipo de problema porque ele pode comprometer seriamente a credibilidade de um site.
O que queremos demonstrar com esse exercício de matemática é que se o anunciante não tiver uma exata noção do negócio, corre o risco de ficar inadimplente, justamente com o público que ele tentava conquistar. Resultado; o remédio que mata. O que deveria funcionar como oxigenação para novos negócios através da atração de novos clientes, acaba se transformando em uma situação de marketing negativo e com alto teor de destruição, uma vez que experiências ruins tendem a ter rápida propagação nas mídias sociais, principal canal de divulgação dos sites de compras coletivas.
O profissional que agencia os anunciantes deve ter como foco a verdadeira proposta dessa nova mídia que se chamasites de descontos. O produto não deve ser vendido como uma chance de “fazer dinheiro” a curto prazo e sim como uma forma inovadora e eficiente de captação de novos cliente através de uma ação de marketing digital. Isso é a essência de um site de descontos.

A alavancagem e seus custos

Os anunciantes mal orientados, e muitas vezes, mal intencionados, acham que a oferta em um site de compras coletivas é a chance de faturar um bom dinheiro sem ter que prestar o serviço imediatamente. O resultado é que a necessidade de caixa faz com que a imagem do estabelecimento seja seriamente prejudicada diante de um eventual colapso dos serviços em função de uma demanda por produtos ou serviços que não pode ser satisfeita de forma correta e dentro dos padrões de qualidade necessários. Muitas vezes o estabelecimento não tem a logística necessária para atender a demanda que uma campanha dessas pode gerar. Uma pizzaria acostumada a vender 150 pizzas por noite, não pode pular de uma hora para outra para uma demanda de 300 pizzas sem prejuízo da qualidade no atendimento ou do serviço.
O empreendedor consciente, sabe que não existe necessidade de caixa que justifique o desgaste da imagem do estabelecimento e muito menos um buzz negativo nas redes sociais. Por isso, muito cuidado na hora de contratar uma campanha em sites de compras coletivas, pois o resultado pode ser uma enxurrada de reclamações.
Se você é prudente em seus negócios no mundo físico, por que ser temerário no mundo virtual? Fazer caixa com compras coletivas é suicídio. Reflita e deixe seu comentário.

 *Material extraído do Blog do E-Commerce. 

domingo, 14 de agosto de 2011

O e-commerce no Facebook


Por @JoaoKepler
Todo mundo já sabe que o Facebook é a maior Rede Social do mundo com mais de 700 milhões de usuários cadastrados. Somente no Brasil somos mais de 20 milhões de usuários.
Neste cenário, as recomendações de amigos passa a ser fator determinante do sucesso para qualquer loja virtual, as Redes Sociais são o foco dos sites de e-commerce em todo o Mundo. Quem trabalha com venda pela internet, já percebeu que o chamado Social Commerce(integração das Redes Sociais com o e-commerce) é o caminho para esta interação e uma maior conversão em vendas.
Extamente por isso que as ferramentas de f-commerce (Loja virtual dentro do FaceBook) são as mais procuradas neste momento.
O Show de Ingressos por exemplo, foi pioneiro no Brasil, neste tipo de “venda social” e mantém dentro da sua FanPage no FaceBook um aplicativo para vendas de Shows. Veja como é, clicando aqui ->http://www.facebook.com/showdeingressos?sk=app_206803572685797
O consumidor de hoje, produz informações e interage com outros e-consumidores em busca de vantagens antes de efetuar suas compras e depois, divulga e principalmente recomenda.
Para acessar a loja do Show de Ingressos, basta procurar a FanPage da empresa, acessar e permitir que o aplicativo tenha acesso as suas informações. Escolher o tipo de ingresso, aceitar as condições da venda do ingresso e marcar o tipo de pagamento. Pronto a venda está realizada! Simples Assim!
Esta página do Show de Ingressos no FaceBook muda completamente o conceito de FanPage, pois o que antes era apenas um página onde o usuário podia CURTIR ou POSTAR no mural, agora pode interagir e comprar ingressos para seu evento preferido.
Com milhares de pessoas acessando e usando a Rede Social FaceBook todos os dias, muitas delas buscando lazer e entretenimento, vender os ingressos para os eventos que o usuário já disse o EU VOU no mesmo ambiente, é uma estratégia que se tornará muito em breve um dos principais canais de vendas da empresa e na minha opinião, isso é uma tendência irreversível no mercado para qualquer segmento.
Empreendedor serial, blogueiro, investidor anjo, palestrante e especialista em e-business e mídias sociais. Interesse em Eventos, StartUps e Marketing Digital.
http://www.joaokepler.blog.br 
http://twitter.com/#!/JoaoKepler